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  Outros Números
 
 
  Nº 21 Março de 2006 / Ano 3  
 
  Editorial  
 

Mais uma Latusa digital. Desta vez, a convite da editora, vou tratar da Biblioteca da nossa Seção através de três artigos produzidos por colegas que se empenharam em participar de nosso projeto de abrir nossas portas, não somente de fora para dentro, convidando a cidade a nos freqüentar, como também de dentro para fora, através da Biblioteca Itinerante, que vai até à cidade.

Inês Autran e Elisa Monteiro contribuem para este número com suas intervenções que se tornaram preciosos textos, como vocês terão a oportunidade de verificar. Elas participaram do projeto portas abertas, na primeira de nossas Noites da Biblioteca, que se dispõem, uma vez por mês, a divulgar autores significativos do Campo Freudiano que acabam de publicar trabalhos. Nesta primeira mesa foi apresentada a recente tradução de O sobrinho de Lacan, de J.-A. Miller, publicada pela Editora Forense Universitária, sob a organização de Manoel Barros da Motta. Tivemos as contribuições de Mirta Zbrun, Tânia Coelho dos Santos, Manoel Barros da Motta, Inês Autran e Elisa Monteiro. Neste número de Latusa, vocês poderão ler os textos de Inês e de Elisa. Os demais autores comporão, juntamente com outros, o número 4 da revista de nossa Biblioteca, que será relançada em março de 2006.

O artigo de Elisa é muito elucidativo de questões referentes a problemas que a referida tradução do Le Neveu de Lacan apresentou, uma vez que ela foi uma das tradutoras. O artigo de Inês, deliciosamente picaresco, nos ensina muito sobre o canular, gênero literário explorado por Miller neste livro.
Quanto à política da Biblioteca Itinerante, portas abertas de dentro para fora, rumo à cidade, promovemos este ano, em parceria com a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, com a valiosa colaboração de Gisele Gonin e o artista plástico Manoel Fernandes, uma série de quatro encontros entre artistas plásticos, analistas e público interessado, em torno da questão do objeto e do olhar. Neste número de Latusa digital vocês terão o prazer de entrar em contato com o pensamento de Stella Jimenez, que trata da questão do objeto de arte para Freud e Lacan, além de uma questão que ela coloca para o artista plástico Luiz Ernesto Moraes, que teve sua obra visitada e comentada por ela. Os demais textos dos nossos colegas da Seção que participaram do evento também constarão do nº 4 dos Arquivos da Biblioteca.

Espero que vocês façam um bom proveito da leitura dos três artigos.

Fernando Coutinho

 

 

 

 

 


 
 
  A nobreza do sintoma  
 

Leonardo Gorostiza