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  Edições Impressas - Número 11  
  Sumário:  
 

Número 11:
Para que serve um pai? Usos e versões
2006

 

artigos
 
Retrato falado de um totem sem tabu (ou a hipermodernidade sertaneja) Marcus André Vieira

O pai da alma
- Marcela Antelo

Declinações do pai em Lacan
- Sérgio Laia

O psicanalista é um sinthoma
-Tania Coelho dos Santos

A clínica da pai-versão: um adeus ao pai morto
- Jésus Santiago

A escrita e o real: uma nota de introdução
- Cristina Duba

O amor e o pai
- Mirta Zbrun

Do mito ao real: vicissitudes da transferência -
Elza Marques Lisboa de Freitas

Pai, modernidade e toxicomania: versão do pai e diagnóstico diferencial na toxicomania
- Cláudia Henschel de Lima
e Vera Aragon

Usos e versões do pai: a interpretação analítica hoje
- Paula Borsoi

A interpretação baseada no pai: o jogo entre metáfora e metonímia
- Mônica Rolo

Nós da escola e Nome-do-Pai - Monique Vincent e Ruth Helena Pinto Cohen

seminário
Do Pai universal ao pai singular – Fabián Abraham Naparstek

seção clínica 
Uma normalidade que faz mancha - Esthela Solano-Suarez

Ava, uma submulher
– Catherine Lazarus-Matet

Usar para separar
- Maria do Rosário C. do Rêgo Barros

O monstro de chocolate e fumaça: construções de uma criança
- Maria Inês Lamy

Para que serve um pai ... freudiano
- Cássia Maria Rumenos Guardado

Novos sintomas, velhas estruturas
- Lenita Bentes

A lição das psicoses ordinárias: orientar-se para o real
- Jacques Borie

Amor em fuga
- Silvia Baudini

Por uma “existência de discurso”
- Marie-Hélène Briole

Uma invenção de corpo abolida pelo Pai
- Marcia Mello de Lima

lance d'olhos
Uma margem para o pai - Heloisa Caldas
O que resta do pai - Gustavo Dessal